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O Ministério Público da Paraíba (MPPB) realizou uma reunião para discutir medidas do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (Plid-PB). Entre as definições, está a liberação do acesso ao Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid) para órgãos parceiros, como as polícias civil e militar e o Instituto de Polícia Científica (IPC).
Atualmente, o IPC possui 547 perfis de restos mortais não identificados no estado. Além disso, o banco de DNA conta com 215 perfis de familiares de desaparecidos e 33 perfis de indivíduos sem identidade confirmada.
Ações para melhorar o sistema
Durante a reunião, realizada na última terça-feira (18), foram discutidos pontos para aprimorar a busca por desaparecidos: Unificação da comunicação entre polícias civil e militar, através do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).
Treinamento de agentes para melhorar o atendimento a casos de desaparecimento.
Criação de uma delegacia especializada em desaparecidos, proposta em análise pela Delegacia-Geral.
Implementação do “Alerta Amber” na Paraíba, que usa redes sociais para divulgar fotos e informações sobre desaparecidos em um raio de 160 km.
DNA e novas tecnologias
O Instituto Médico Legal (IML) trabalha para aprimorar o fluxo de identificação de pessoas localizadas e sem documentação. Além do DNA, há uma recomendação para que outros métodos, como análises de impressão digital, sejam utilizados.
O Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas também reforçou a necessidade de melhor coordenação entre os órgãos de segurança para tornar as buscas mais eficazes.
A próxima reunião para acompanhar o andamento das ações será realizada em abril.
@politicaetc
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