Esquerda boicotou investigação de pedofilia, diz Bilynskyj

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Entre as 171 assinaturas obtidas pelos deputados Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para realizar, na Câmara, ainda no primeiro semestre deste ano, a CPI do Marajó, nenhuma é de deputados ligados ao governo Lula. Segundo entrevista ao Diário do Poder, os autores do pedido de CPI vão se reunir com o presidente da Casa Baixa, Arthur Lira (PP-AL), para discutir a instalação do colegiado e o cronograma dos trabalhos. “É claro que a esquerda boicotou”, destacou Paulo Bilynskyj.

Na avaliação do deputado, experiente na área da segurança pública, a artimanha de partidos de esquerda contra a CPI ocorre porque parlamentares alinhados ao governo Lula “boicotam tudo que é importante para o país. Aparentemente investigar abuso sexual de crianças para a esquerda não é uma prioridade: é uma falta de caráter deles. A gente pode ver diante dos esforços que foram feitos para coletar as assinaturas, com ligações, mensagens e e-mails para os deputados: nenhuma adesão da esquerda”.

Bilynskyj classifica a atual situação em Marajó como “uma vergonha para o país  e um reflexo do descaso do governo Lula com a exploração infantil”. Recentemente, o Diário do Poder entrevistou o conselheiro tutelar, Angelo Pamplona, que descreveu a realidade sobre os casos de abuso que ocorrem na ilha localizada no estado do Pará

O proponente da CPI projeta que os trabalhos resultem no endurecimento de penas contra a pedofilia. “Se a exploração de crianças e adolescentes permanece acontecendo com a legislação, da forma como é, as leis precisam ser mais rígidas”, elencou. 

E completou: “a gente acredita que ela [a CPI] tem uma boa chance de se iniciar ainda nesse primeiro semestre. Foram coletadas 171 assinaturas, o objetivo era protocolar o mais rápido possível porque é um assunto muito sensível”.

Com a ausência de políticas públicas, cogita-se uma subnotificação de casos de exploração infantil em Marajó. O Ministério Público do Estado aponta para uma taxa de 69 casos de estupro de vulnerável de crianças e adolescentes para cada 100 mil habitantes. Foram registrados 56.820 ocorrências de estupro de vulnerável na ilha em 2022 — crime que atinge pessoas abaixo de 13 anos.

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Fonte

Diario do Poder

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