Família denuncia negligência médica após segunda morte neonatal no Isea em 30 dias

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O Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), em Campina Grande, registrou mais um caso de morte neonatal, desta vez do bebê Ravi Emane, que não resistiu após o parto. A família acusa a unidade de falhas no atendimento médico.

A mãe da criança, Francikelly, relatou que o recém-nascido foi encaminhado para outra unidade sob a justificativa de que havia ingerido líquido amniótico. No entanto, segundo ela, não houve comunicação imediata sobre o estado de saúde do bebê, o que gerou indignação entre os familiares.

Nesta segunda-feira (31 de março), um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil, e a família pede investigação sobre o caso. O sepultamento da criança ocorreu no domingo (30 de março).

A Secretaria Municipal de Saúde informou que a direção do Isea está apurando a morte e destacou que a mãe do bebê tinha histórico de tabagismo, fator que, segundo a nota oficial, pode ter influenciado no desfecho do parto.

Outro caso semelhante já estava sob investigação

Este é o segundo caso de morte neonatal registrado na unidade em menos de um mês. No início de março, a Polícia Civil já havia aberto uma investigação para apurar uma possível negligência médica no caso da mãe Danielle, que perdeu o filho Davi Elô e ainda teve o útero removido após complicações no parto.

A família de Danielle acusa a equipe médica de superdosagem de medicamentos, agravando a situação e levando à morte do bebê. O caso gerou forte mobilização nas redes sociais, com pedidos de justiça e responsabilização dos profissionais envolvidos.

@politicaetc

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